
A proximidade do que seria o período tradicional de retomada das atividades escolares tem acirrado os ânimos em torno da discussão e dividido a opinião pública. Para o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), a defesa das vidas é a condição essencial. “Nosso lema é a defesa da vida. A vida não se recupera. Estamos vendo um aumento muito grande de mortes por Covid-19 no mundo todo. Estamos na segunda onda. É uma tragédia”, avalia Rui Oliveira, coordenador-geral da entidade representativa. Ele reafirma ainda que tem participado de reuniões com o governo do Estado e com a prefeitura de Salvador na perspectiva de avaliar o processo e as possibilidades de um eventual retorno. Desde o início da pandemia, o Estado da Bahia e a prefeitura de Salvador têm adotado decisões convergentes no que tange à manutenção da suspensão das atividades letivas presenciais. Nesta segunda-feira (25), o prefeito da capital baiana, Bruno Reis (DEM), afirmou que a expectativa da prefeitura é de que as aulas presenciais sejam retomadas em 1º de março, mas a decisão ainda exige conversas. “Não queremos comprometer um segundo ano letivo. Se não voltar em março começa a comprometer”, alerta Reis (reveja). *Ler mais.


