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De doméstica a Juíza: “Em vaga de banco fui recusada por ter cara de pobre”

juíza Antônia Marina Aparecida de Paula Faleiros, 60

Com uma passagem marcante pela comarca de Itabuna, no sul da Bahia, a juíza Antônia Marina Aparecida de Paula Faleiros, de 60 anos, ainda se lembra da esperança que sentiu quando um banco privado chegou a sua cidade natal, Serra Azul de Minas, a cerca de 300 km de Belo Horizonte. Ela conta que tinha 17 anos, era uma menina da roça, havia acabado de concluir o ensino médio e foi concorrer a uma vaga de emprego. “Fiz uma prova e sei que tinha ido bem, era ótima aluna”, conta. “Mas foi traumático, nem em último lugar fiquei”. A magistrada contou que muito tempo depois, soube que a prova sequer foi corrigida. “Eu não pertencia àquele mundo privilegiado nem da aparência e nem da nascença”, conta Antônia, há 18 anos como juíza na Bahia. Atualmente, ela é titular uma vara na comarca de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. *Leia mais na Uol.


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